sexta-feira, 31 de julho de 2015

SENTIR E SER !!


Somos aparelhos astrológicos, com duas dimensões distintas dentro de nós: a inferior e a superior.

A inferior recebe e transmite influências do mundo inferior e para o mundo inferior, através dos sentimentos, bons e maus.

Fomos desenvolvidos até agora, dentro deste mundo inferior, onde existe o bem e o mal – desenvolvidos através do sentimento.

Então, sentimos o bem e o mal e transmitimos o bem e o mal.

Essa a razão de não termos alcançado a concórdia universal.

Sente amor, depois, não sente mais, vem o ódio.

Sente a paz, depois, não sente mais, vem a guerra.

Sente a fraternidade, depois, não sente mais, vem o egoísmo.

Portanto, o sentimento é algo variante, algo que não nos deixa SER.

Ser o que?

Ser amor, ser paz, ser fraternidade, ao invés de apenas sentir amor, sentir paz, sentir fraternidade.

Quem sente, sente por uns momentos ou por uns tempos, depois deixa de sentir, porque ainda não é amor, não é paz, não é fraternidade.

Precisamos SER, pois, quem é amor está imunizado do sentimento de ódio.

Quem é paz, está imunizado do sentimento de guerra.

Quem é fraternidade, está imunizado do sentimento de egoísmo.

Portanto, o sentimento foi um recurso da Natureza para nos conduzir a SER e não precisar mais de sentir, por ter alcançado o SER.

Então, bem entendido, o sentimento é da nossa parte animal, da dimensão inferior.

Quando alcançarmos o SER, não existirá mais sentimento, pois, todos SEREMOS amor, paz e fraternidade eternamente, tendo racionalizado todos os sentimentos, deletando toda a negatividade e alcançando o SER, passando a ser um só ser: RACIONAL – puro amor, pura paz e pura fraternidade.

Finda-se a dualidade e passamos a tomar posse da nossa dimensão superior, a dimensão da concórdia universal de paz, amor e fraternidade, todos concordando com todos.

Mas, para tudo na vida é preciso aprender.

E onde aprender a SER, num mundo onde tudo é sentimento, não carecendo mais dos sentimentos?

Nas aulas ministradas pelo Mundo Superior, o mundo do nosso SER superior, o mundo do amor, da paz e da fraternidade, o MUNDO RACIONAL, onde vamos aprender a sentir o SER até alcançarmos o SER.

Essas aulas estão à nossa disposição, nos livros ditados aqui no Brasil pelo MUNDO RACIONAL, intitulados Universo em Desencanto.

Desencanto: desencantar do que nos divide, a parte animal, deletar de nós tudo que é dual e variante, para sentirmos dentro de nós a presença do RACIONAL, a essência DIVINA, até nos identificarmos com o nosso ser verdadeiro, o SER RACIONAL: amor, paz e fraternidade.

Aí ocorre a concórdia consigo mesmo. E por a essência DIVINA ser UMA só em todos os aparelhos, ao concordar consigo mesmo, a pessoa passa a concordar com tudo e com todos, porque DEUS está em tudo e em todos, donde vem a CONCÓRDIA UNIVERSAL.

E dessa forma, transcendemos da dimensão inferior, do mundo inferior, para a dimensão superior, para o mundo superior, o MUNDO RACIONAL, de onde tudo e todos viemos, razão pela qual, para esse mundo superior tudo e todos têm que retornar.

Esse nosso apoteótico destino é a razão de estarmos vivendo neste mundo inferior em que vivemos.

Estamos sendo preparados para retornar ao mundo de onde saímos, por livre e espontânea vontade, numa desobediência ao MUNDO SUPERIOR, que, por ter nos perdoado, trouxe à Terra, finalmente, como voltar a ser o que éramos (eternos, Racionais), antes de ser o que hoje somos (deformados, animais Racionais).

E essas divinas aulas, onde se encontram?

Nos livros Universo em Desencanto, de Cultura Racional, a cultura natural da Natureza, para quem quiser deixar de ser um ser incompleto, que apenas sabe SENTIR, para passar a ser um ser completo, que não sente mais, por ter encontrado o seu verdadeiro SER, o SER RACIONAL.

Que todos se animem a SER e não apenas a sentir.

Colaboração: Carlos Barros
..................................
HISTÓRICO - VOLUME 24 - PAGINA 147.

Estudar a CULTURA RACIONAL, não é ler superficialmente, não é conhecer superficialmente por cima, o que é CULTURA RACIONAL.


Lendo superficialmente por cima, não assimila, não sente o que é CULTURA RACIONAL.


E não sentindo, não se desenvolve, porque leu a título de curiosidade, somente para saber o que é CULTURA RACIONAL, e acaba não sabendo coisa alguma, porque somente leu levianamente para ter noção mais ou menos do que é CULTURA RACIONAL.


Esses assim, quando acabam de ler ficam na mesma, porque não absorvem coisa nenhuma, por ler a título de curiosidade.


Então leu, sem interesse de saber, sem interesse de conhecer, sem interesse de sentir, apenas curiosidade leviana.


É a mesma coisa que um aluno que vai para uma escola e quando no fim, sai de lá, mais burro que entrou.


Assim é quem por curiosidade, corre os olhos muito vagamente, sem interesse algum e lê, fica na mesma porque somente foi o fito de curiosidade.

Mas uma curiosidade leviana.

Estude para aprender, da mesma forma que você estuda uma matéria, um curso para se formar na vida material.





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AS DIFERENTES NATUREZAS.


Há uma mensagem do RACIONAL SUPERIOR, no 2º volume da Réplica de Universo em Desencanto, que é de uma grandeza e de uma beleza sem par. Quem estuda essa mensagem, de forma reflexiva, vai sentir a diplomacia do SER SUPREMO a nos alertar sobre as diferenças existentes entre nós. 

E vai entender e compreender que precisamos nos habilitar da diplomacia que nos repassa, para podermos viver bem com todos e, assim, nos elevarmos.
A essência dessa mensagem nos transmite uma leveza, um amor e um carinho tal, que demove a rudez do mais inflexível pensador.

Remove as mais densas placas da agressividade, tonifica com amor onde ela se depositava, faz a leveza e a suavidade darem o acabamento final.

Repasso, com carinho, para todos se beneficiarem:
“As flores brilham sorrindo com o seu perfume agradável.
E, assim, tem flores lindas, sem perfume, como também tem flores lindas com perfume.
E, daí, surgem as aparências.
Nem tudo que parece ser, é.
Como assim, as lindas flores se apresentam: as com cheiro e as sem cheiro, as perfumadas e as sem perfume.
Assim como as flores são, existem as pessoas também.
Tem pessoas que parecem ser aquilo que não são.
E tem pessoas que são justamente as perfumadas.
As sem perfume aparentam ser aquilo que não são e as com perfume justificam com o seu perfume aquilo que são.
E assim são as pessoas que, muitas vezes, pensam que são o que não são.
Se confundem com as aparências de pensar que tem perfume sem ter.
Como quem nasceu para ser isto ou aquilo, é.
E quem nasceu para nada ser, mas, procurando aparentar o que não é.
E, assim, são as criaturas, que se confundem umas com as outras por aparentarem aquilo que não são.
Tem flores bonitas e lindas, mas, perfume não têm.
E tem flores que não são lindas, mas perfume têm.
E, assim, são as criaturas que julgam ser o que não são, por não ter condições que possam justificar a sua ação de querer ser aquilo que não nasceu para ser e, por isso, os modos e os gênios e a conduta de todas as criaturas são muito diferentes.

Cada um com o seu modo, com a sua conduta, diferente um do outro.
As flores são igualmente às criaturas.
Tem flores de todas as qualidades, de todos os tamanhos e de todo feitio; assim são as criaturas, nos seus modos, nas suas maneiras e nos seus pontos de vista.
E, assim, tem flores venenosas e criaturas também e flores sem veneno.
Todas as flores têm vida; e quem tem vida fala.
A flor fala porque tem vida, mas o ser humano não entende.
É a mesma coisa: os espíritos falam uns com os outros no espaço, ninguém entende nem escuta.
Cada qual na sua formação, na sua categoria, no seu entendimento.


A flor fala, chora; a venenosa é brava e a boa já não é.
Todos falam dentro da sua categoria uns com os outros; e é por isso que ninguém ouve os habitantes do espaço falarem uns com os outros, como também não vêem as flores falarem, não ouvem, porque cada qual na sua categoria de formação.
E assim são as criaturas.
Tem criaturas que só transmitem o bem e tem criaturas que só transmitem o mal.
A flor é que nem o pensamento, ninguém vê o que vai no pensamento do outro.
E assim são as flores, ninguém vê elas conversarem.
Ninguém vê as que transmitem o bem, transmitirem.
Ninguém vê a que transmite o mal, transmitir.
Porque tudo tem vida, basta ter vida para se comunicar entre si, dentro da sua categoria.
As flores tem uma insignificante duração, por a flor ser considerada um objeto, um ser de consternação.
Um ser que pertence à linha de consternação tem pouca duração, porque a consternação é um sentimento passageiro, é um sentimento vago e, por isso, a pessoa está consternada por isso ou por aquilo e, daí a dias, acabou a consternação.

Então, o Reinado das Flores é um reinado suplementar, de uma categoria somente para enfeite ou para a beleza.
E, por isso, foi adotada para enfeitar os altares, para enfeitar as residências, para enfeitar com o seu perfume as pessoas; é um símbolo de sentimento e termina, ou de amargura, ou de alegria.
As flores cantam.
As flores têm suas melodias.
E as flores transmitem no pensamento do ser humano melodias lindas, músicas lindas; e ainda costumam a dizer:
– Esta música é tão linda como uma flor!
Porque a flor transmite no pensamento do ser humano, transmite com o seu perfume o cheiro maravilhoso, como transmite no pensamento.

A flor é um predomínio da Natureza e, por isso, todo vegetal transmite a sua florzinha.
Dá a sua florzinha.
Querendo dizer:
– Nós também, na nossa categoria, vivemos florindo.
Florindo porque não precisamos de ninguém para viver e o ser humano depende de nós para viver; nós temos vida e, por isso, alimentamos vidas, porque a humanidade é toda mantida pelo Reinado das Flores.” SALVE!!!

Colaboração: Estudante Carlos Barros



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quarta-feira, 29 de julho de 2015

DEUS VEM DE CIMA PARA BAIXO E NÃO DE BAIXO PARA CIMA!!


A imagem utilizada acima não foi com intenção de representar a "forma de DEUS".
E sim apenas representá-lo como LUZ significando CONHECIMENTO 
sobre tudo e sobre todos vida do mundo de cima para o mundo de baixo onde estamos.
 Daí os triangulos sobrepostos indicando que os 2 mundos estão interligados.
DEUS não tem  a forma que o ser  humano criou por necessitar identificá-lo 
de alguma forma similar ao homem. Isto é ilusão.


Inicio este assunto com uma pergunta:
Por que os homens têm crenças diferentes, se todos eles sabem e apregoam que Deus é um só?


A resposta fundamental fica para sua reflexão. Nosso propósito aqui não é dar respostas para perguntas que nunca foram feitas ou que nunca foram respondidas, nosso propósito fundamental é divulgar que cada um encontrará, como de fato estamos encontrando, tais respostas na Cultura Racional.

E, na medida do possível e da nossa própria compreensão, emitimos nossas opiniões fundamentadas naquilo que aprendemos na Cultura Racional. Ora, relatar a resposta que encontramos é uma coisa. Você encontrar a resposta, de acordo com o seu desenvolvimento, é exatamente o desejado.

Portanto, a opinião que aqui emitimos é para esclarecer sim, porém é muito mais para fazer compreender que está na leitura do livro Universo em Desencanto toda a preparação Racional autêntica do desencanto da humanidade, provando que a vida tem solução. O Desencanto é a solução!

O Universo em Desencanto! Este sim! Tem todas as respostas e ainda novas perguntas que fazem a humanidade como um todo vibrar no sentido certo do nosso Mundo de Origem, o Mundo Racional, pelo desenvolvimento do Raciocínio.

Então, por que os homens têm crenças diferentes, se todos eles sabem e apregoam que Deus é um só?

Será que Deus se apresentou aos homens, e às mulheres também, simplesmente para lhes dizer que todos tinham que acreditar NELE e orar e render louvores para sua eterna glória e grandeza divina, apenas?

E o que a humanidade mais precisava saber de Deus, que era dizer quem somos, de onde viemos e para onde vamos, por que Deus não disse? Por que Deus não disse aos homens de onde todos vieram e para onde todos vão com a sua palavra tão decantada em todas as escrituras sagradas? Ou será que disse e ninguém percebeu?

Por que Deus tinha que deixar tudo em mistérios? Por que Deus tinha que deixar tantos enigmas no mundo? Por que Deus não desvendou os fenômenos da Natureza e contou para os homens? E para as mulheres também! Por que Deus teria que confiar ao homem o seu Conhecimento para de acordo com segundos e terceiros vivificarem sua palavra? E alguns dizem até que Deus ofereceu o seu filho para nos salvar.

Ora, estas questões que apresentamos assim não têm nenhum propósito de demérito do que se chama sagrado, nem tampouco invalidar tudo que já aconteceu ao longo da história da humanidade. Não estamos aqui para dizer que está tudo errado.

Ao contrário disso, pelo que compreendemos racionalmente, estamos aqui para dizer que tudo está certo e muito mais certo do que a vã filosofia dos homens pôde alcançar, se julgando, este sim, o homem, como se fosse ele o ser divino.

É isso que temos que combater em nós mesmos! O fato de nossa origem ser divina não nos confere nenhum caráter divino na forma material, porque Deus na matéria quer dizer Diabo ou Lúcifer.

As aparências é que causaram esta grande confusão do homem e da mulher se julgar seres divinos, uns superiores aos outros. Teve até a fase do “sangue azul”, uns querendo mandar em outros, uns querendo matar os outros para predominar com seus juízos de valores mais sagrados.

E a contradição de suas vaidades e de suas arrogâncias ficou estampada em tudo que fizeram de mal contra si mesmos e contra os demais. Quantos impérios já caíram!

Só para ilustrar esta coisa do homem se julgar ser divino, vejam como os povos do ocidente tratam as crenças do oriente e vejam como os povos do oriente tratam os povos do ocidente. É uma tremenda confusão que ainda persiste no terceiro milênio. Relembram da mitologia grega? Outro exemplo. Nem precisa comparar ocidente com oriente! Vejam aqui mesmo, nos nossos subúrbios, nas nossas baixadas, pessoas que usam a sua crença e a sua fé para afirmar perante todos que eles estão certos, que são servos de Deus e por isso devem dominar e prevalecer sobre qualquer outro que não seja.

E assim querendo tirar proveito dos demais. Criam cada vez mais preconceitos religiosos e, coitados, nem percebem o tempo precioso que estão perdendo.

Tudo que assim aconteceu na história desta humanidade com relação às coisas divinas teve sua real necessidade para amansar as feras humanas, porque todos nós éramos muito mais atrasados naquelas épocas imemoriais. Verdadeiros bichos humanos, monstros. Uns comendo aos outros.

Foi aí que a “inspiração divina” chegou para os homens, através do poder mediúnico, alertando todos sobre a nossa essência humana verdadeira que precisava ser cultivada, o verdadeiro espírito divino em nós mesmos e deixar de lado a nossa composição do pó material.

Hoje, com a Cultura Racional nos esclarecendo toda esta história, compreendemos que todas as inspirações divinas, tão decantadas como sendo a “Palavra de Deus”, foram autênticas.

Vejam bem: as inspirações eram provenientes do Mundo Espiritual, os espíritos em socorro da humanidade. Porém, as versões feitas pelo Homem arrogante e vaidoso tornaram-se perversas, que cada povo passou a cultuar de forma diferente todas aquelas inspirações que tão certo estavam.

A inspiração divina foi certa e necessária, assim como imprudente foi a perversão que cada povo criou a respeito destas inspirações. E por isso aí estão todos os povos ainda em digladiação por causa de suas convicções religiosas, por causa de suas versões, ou perversões, formadas de acordo com suas conveniências, a respeito da inspiração divina espiritual.

O homem, a mulher, os sacerdotes e as sacerdotisas, cada qual criando as suas próprias versões de baixo para cima, buscando a dominação do seu semelhante, com base nos textos que apresentaram como sagrados. É o caso de dizer: manipularam a palavra que apresentavam como sagrada.

Ora, se todos esses textos fossem sagrados como ousam dizer, porque então tantas versões diferentes e tantas diversificações com a “sagrada palavra de Deus”? Será que o povo não enxerga que está sendo conduzindo pelo mal condutor? E Deus, esse demiurgo que apresentou a palavra à humanidade?

A inspiração divina veio de cima para baixo, autêntica, na medida da compreensão da fase de desenvolvimento que cada um ia alcançando. Mas o pensamento humano foi deturpando de acordo com a sua vergonha de não aparecer como dizia a palavra de Deus.

E a palavra de Deus dizia: “Tu és pó e ao pó tornarás”, mostrando a insignificância da vida da matéria. O homem ficou envergonhado e passou a criar aparências para si mesmo e foi dando um jeitinho de parecer ser o que não é! Criou castelos, criou impérios em nome de Deus, mas logo no início Deus já informava que tudo era uma grande ilusão.

Tanto foi uma questão de vergonha, perante a palavra de Deus, que até hoje ainda vemos Adão e Eva com as partes sexuais tampadas pela folha de parreira e, assim, da vergonha nasceram vaidades.

Todos foram avisados, desde o início de que haveria uma grande fase de preparação, de grandes lapidações, até que todos compreendessem que precisavam retornar para de onde vieram.

Mas ninguém sabia de onde veio! Até diziam que do pó vieste! Mas ninguém vem do pó. Todos vêm da água, da água que contém a semente geradora de todas as vidas: os pingos d’água. O sêmen, o espermatozóide, como se fala com relação ao animal, que também se aplica aos vegetais e minerais.

Todos são provenientes da água e não do pó. O pó é o constituinte que está derretido na água e que é usado para fazer que cada pingo d’água seja diferente dos demais pingos d’água, já que a Água Original é uma só. Todos são diferentes, porque todas as sementes são diferentes umas das outras, de acordo com sua composição, cada qual em sua classe de vida,que cada qual faz por onde merecer.

Mas, tudo isso está bem esclarecido na Cultura Racional por ser este Conhecimento um conhecimento que vem de cima para baixo, sem passar pelos sacerdotes nem pelas sacerdotisas. A Cultura Racional não tem destes pseudos.

A inspiração divina que chega para o terceiro milênio é na verdade um histórico da verdadeira origem Racional. Em realidade não é mais uma inspiração do Mundo Espiritual. Eis a grande diferença. A Cultura Racional é uma comunicação para todos os aparelhos racionais feitos pela Natureza. Esse é um motivo porque quem se comporta como animal ainda custa entender Cultura Racional.

Naturalmente, as crenças extraídas pela mente dos homens foram necessárias, porém somente a Cultura Racional pode informar e esclarecer a verdade que todos estavam buscando.

A Cultura Racional não tem versões nem contraversões, porque não é um Conhecimento interpretado! Vem de cima para baixo e não têm segundos nem terceiros.

Podemos afirmar, sem nenhum demérito à crença de quem quer que seja, agora sim, a Cultura do Terceiro Milênio vem provar que Deus existe porque a Cultura Racional prova que Deus está na Terra e se apresentou perante a humanidade provando com sua Identidade da forma mais espetacular que se o Conhecimento de salvação eterna está na Terra, Deus aqui está presente para conduzir o conhecimento que todos precisam para mudarem deste mundo de matéria para o nosso verdadeiro mundo de origem, o Mundo Racional.

“A este conhecimento acompanha um emissário do Dono do Livro, o RACIONAL SUPERIOR, para fazer o que for necessário pelo leitor”.

“Todos, sem esforço, muito naturalmente, vendo dentro dos seus lares a Luz Racional, e sendo atendidos dentro dos seus lares”.

Essa é a diferença: de baixo para cima são as crenças; de cima para baixo é a Cultura de Deus na Terra, com seus emissários.

Diferença não quer dizer melhor que ninguém, afinal ninguém deixou ainda de ser pó. Todos vão ter que ressurgir das águas em que estavam derretidos, por sua vontade própria, porém sob a tutela e a condução do maior ser do mundo que é a Imunização Racional.

Fica assim bem entendido que, a religião de DEUS é Cultura, Cultura Racional porque Deus é Racional. E as religiões dos homens são as crenças de quem ainda não conhecia, mas estava sendo lapidado para conhecer.

Desenvolva seu Raciocínio Racional e deixe de atender àqueles ou àquelas que teimam em demonstrar que tudo vai de baixo para cima. Tem gente que ainda confunde o retorno como se fosse de baixo para cima. De baixo para cima nada retorna. O que está em baixo é do chão. Nada retorna de baixo para cima. O que retorna já está em cima, que é o Habitante que nunca saiu de cima, apenas ficou em estado de extinção, materializado em forma de máquina do Raciocínio. Aqui embaixo só tem pó derretido na água.

Desenvolva o seu raciocínio e deixe de dar voltas ao contrário. É o Racional Superior quem conduz não mais os sacerdotes, nem as sacerdotisas. É o natural da Natureza. A fase é Racional. Leia o Livro Universo em Desencanto.

Tenham todos um bom estudo!!

Salve!!

Colaboração: Carlos Barros








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TINHA UM GLOBO NO MEIO DO CAMINHO.


O Livro Universo em Desencanto foi feito na forma em que os inconfundíveis se confundem com muita facilidade.

Os inconfundíveis são todos aqueles que têm certeza das coisas. Têm tanta certeza do que sabem que não percebem como é grande a confusão provocada pela emissão de seus pareceres.

Assim são os nossos formadores de opinião, quer no aspecto científico – religioso quer no aspecto político, social e econômico. Formador de opinião é um perigo!

Ao elaborar este assunto, não deixei, é claro, de perceber meu próprio contexto para não emitir certezas inconfundíveis, embora esta minha certeza possa já ser um indicador da minha própria confusão. Por esse motivo, o título – tinha um globo no meio do caminho.

Bem, vamos lá! Quem não arrisca não erra mesmo! Se errar é humano, então estou me sentindo muito humano neste momento. Mas, pelo amor de Deus, não precisamos abusar desta nossa inconfundível humanidade.

O propósito de tentar ou sutilmente ironizar certas posições é para não ferir suscetibilidades pessoais. Porém o esclarecimento se faz oportuno e necessário.

Dizia o poeta: -“tinha uma pedra no meio do caminho, no meio do caminho tinha uma pedra…”. Poesia em tom filosófico, que corresponde ao fato de o ser humano encontrar sempre certos obstáculos em todas as suas realizações na vida. Sempre temos um obstáculo a ser ultrapassado. Sempre temos uma pedra no meio do caminho, mas de modo imprevisível. E o poeta assim mostrou.

Agora, quando essa pedra é do tamanho de um Globo e os inconfundíveis não o vêem, imaginem o tamanho da confusão. Se não conseguem enxergar o Globo no caminho, imaginem como é que poderiam ver uma pedra! Nunca!

Temos tanta certeza da forma que vemos o mundo que, quando ALGUÉM nos mostra a realidade não percebemos a pedra do caminho, ou melhor, o Globo no meio do caminho. Por isso é que é imprevisível.

Antes de prosseguir nesta temática é importante fazermos uma prévia análise do caminhante. Se tem uma pedra no caminho é porque alguém está caminhando.

E quem caminha? É o ser humano! E quem é o ser humano? É um ser pensante desconhecido de si mesmo. Então, está explicado! Certamente vai encontrar muitas pedras no meio do caminho por ser pensante. O pensamento adora este tipo de vida. Surpresas e mais surpresas, senão o mundo perde a graça!

Que coisa mais imbecil, é viver desta forma! Mas, como dizem, -“para quem gosta, sofrimento é regalo da vida”!

É deste ser humano que primeiramente precisamos fazer uma melhor análise para compreendermos o por que de encontrarmos tantas pedras no caminho.

A nossa tríplice personalidade criminosa e monstruosa: uma escondida no íntimo e outra por fora, para as aparências. Um jogo bom por fora, com aparência muito boa; por dentro do íntimo, completamente ao contrário. Então, duas personalidades em uma só. Uma escondida e oculta, outra visual. E ainda tem a personalidade da imaginação que corresponde ao imaginário individual, fechando assim o tripé da imbecilidade e da ignorância humana. E tem gente que acha isso natural!

Só por aí, com esta percepção, já é de causar nojo em todos nós e ainda mais porque não podemos nos escusar de sermos isso mesmo.

E muitos ainda dizem: -“eu não queria ser assim”!

Porém toda esta confusão de personalidades e seus respectivos desvios têm suas causas e suas finalidades, que são os vínculos e as ligações, o alimento e as atuações sobre este ser humano pensante, depauperado, que por ser um centro astrológico estava sujeito a receber todo tipo de influência boa ou má, positiva ou negativa, tudo isto com a finalidade de se lapidar e ser preparado para se conhecer verdadeiramente, até encontrar sua verdadeira personalidade.

O mundo é assim, cheio desses ‘desconjuráveis’ que, na mente o inconsciente é pequeno em tudo, o consciente é prepotente e o subconsciente ainda mais. Portanto, todo vivente tem três pensamentos: tem o modo consciente de pensar, o modo inconsciente e o modo subconsciente.

Olha o pensamento como é!

É por isso que ninguém podia regular com o pensamento. Quando o vivente está atacado pelo pensamento no modo inconsciente é um verdadeiro desequilibrado, quando está atacado pelo pensamento no modo consciente fica mais equilibrado e quando está atacado pelo pensamento no modo subconsciente, mais firme e mais baseado.

Pode-se ainda dividir estes três pensamentos em inconsciente bom, mau e variante; consciente bom, mau e variante; e, subconsciente bom, mau e variante.

E, por a natureza de todos ser assim é que o vivente, mesmo sabendo disso, muitas vezes passa como quem não sabe, pois neste mundo não é lugar de puros, limpos e perfeitos.

É a aquela velha coisa de dizermos que errar é humano! Até podemos compreender estes nossos pontos de variação que são devidos às influências do meio em que vivemos, mas persistir neste erro não é humano é burrice!

Ficar usando as influências da natureza como pretexto para justificar seus erros é no mínimo hipocrisia. Quando se tem um esclarecimento deste nível, Racional, o mínimo que devemos fazer é procurar meios e recursos para deixar de ser assim.

Somos assim por sermos produto desta natureza que não regula, mas, todos nós temos uma origem verdadeira dentro de nós mesmos, a nossa verdadeira pessoa para nos mostrar o caminho do bem! Estou falando do nosso maior amigo, o Raciocínio – este mesmo que nos confere a personalidade Racional, a única e a verdadeira personalidade do ser humano, que anula todas as outras.

No Caminho do Bem não tem pedras, não tem pedras no Caminho do Bem, porque neste caminho não há variações, nem altos nem baixos, é um caminho reto, certo, seguro. O caminho do bem é Racional, de volta para o verdadeiro natural. No caminho do bem o progresso é Racional.

Então, voltando ao caminho dos confusos que se julgam inconfundíveis e que muitos ainda nele estão e não percebem, mas, basta ver as pedras; tinha uma pedra no meio do caminho, no meio do caminho tinha uma pedra. Ou era um Globo?

No meio do caminho tinha um Globo! E os confusos não viram o Globo.
Acharam que o Globo era a Terra como se a Terra fosse um globo.

Vejam este trecho que foi escrito durante a preparação do livro Universo em Desencanto.

“E assim gira o Sol ou gira a Terra? Gira o Sol fazendo o seu percurso em torno da Terra, meio de lado, e por o globo ser oval e ter partes altas e baixas, quando o sol está na parte baixa a alta fica no escuro e quando está na parte alta é a baixa que escurece. Então diz-se: noite e dia.”

Você viu o globo? Não! 
Então vamos à descrição inicial feita nas Obras Primas:

“Está aí o giro do Globo e que muitos pensam e têm certeza que o Sol é que faz o seu giro. Não, filhos, ele não sai do seu lugar, enquanto todos vós precisais dele e ele não precisa de vós – é o giro do Globo.

Esse giro, em comparação, tem por base o seguinte: vós botais um pouco d’água dentro de uma bola; em cima d’água vós colocais um pedaço de pão abrangendo toda a circunferência e rodai a bola devagarzinho, que o que está dentro da bola não sente o giro dela. É quase esta comparação diminuta que eu vos dou, sendo com o trio de diferença, também muito diminuta. Marca um pontinhozinho nesta bola e pendura uma cabeça de fósforo. Vê se não dá o sentido que eu estou dando”.

É fantástica, esta descrição do Mundo, onde todos estavam preocupados com a terra e com o sol – geocêntricos, ou preocupados com o sol e com a Terra – heliocêntricos; nem um nem outro. Nem geocêntrico, nem heliocêntrico. O Globo é que determina os movimentos relativos para produzir o dia e a noite.

Tinha um globo no meio do caminho! Mas nossa mente, conturbada por todas essas influências do pensamento e da imaginação, não podia entender a realidade e, por isso, vivíamos colocando pedras em nossos caminhos. Que pedras são essas? São exatamente esses modelos artificiais criados pela mente humana que servem apenas para lapidar – o que já é muito bom!

O modelo mais perverso que foi criado pela nossa mente é aquele em que colocamos um Deus Criador para justificar a existência de tudo e de todos. São os tais paradigmas.

O modelo do sistema solar já mudou várias vezes de concepção, mas ninguém consegue explicar tudo. Temos ainda o modelo atômico que também explica muitas coisas observadas na física e na química, mas nem todas, por isso já estamos falando dos modelos quânticos, e por aí vai! Para cada pedra que retiramos do nosso caminho deixamos outras pedras cada vez maiores.

E ainda tem gente querendo aprender o caminho das pedras! Quanta basófia! Quanta bobagem vai pelo mundo. O melhor é aprender o caminho verdadeiro – o Caminho do Bem.

A lapidação é muito boa, mas, jamais, em tempo algum, poderíamos descobrir nossa verdadeira personalidade nem muito menos a nossa verdadeira origem se ficássemos apenas baseados no conhecimento extraído de nossa mente.

Mente variante, pensamentos variantes; ou são os pensamentos variantes que tornam a nossa mente variante? As duas situações são verdadeiras e objetivas. Pensamos de forma variante por causa das influências e das ligações às quais estamos sujeitos e por causa destas influências só produzimos pensamentos variantes, bons ou maus.

E assim foi que o pensamento transmitiu na mente dos pensadores o conceito de “terra oca”, só para lapidar. Mas, ao mesmo tempo, vejam como se encaixa direitinho se olharmos para a “terra oca” como sendo um globo envolvendo a terra, como nos apresenta a primeira descrição do Racional feita nas Obras Primas.

Está aí! O Globo é a parte móvel onde o Sol está fixado, por isso não precisa sair do lugar; um globo oval e uma Terra plana, ou melhor, com seus altos e baixos, porém planos.

O Sol faz assim a sua trajetória sem sair do lugar. É como uma pessoa que vai de um lugar a outro dentro de um ônibus sem sair do lugar em que está sentado. Quem está no lugar do lado de fora do ônibus até diz que a pessoa lá dentro está passando, mas na verdade a pessoa não sai do lugar em que está sentada. Basta ver o ônibus – ou, basta ver o Globo. Cada coisa no seu lugar. E assim é que o Racional Superior nos mostrou como é o nosso mundo, este conjunto elétrico e magnético, onde a Lua funciona como uma bateria e nunca um satélite. Esse negócio de satélite é coisa do modelo artificial.

Ha! As palavras! Sempre as palavras! Quanta confusão ainda temos a desfazer por não estarmos atentos às palavras e como elas são pronunciadas e seus múltiplos significados de acordo com as circunstâncias e de acordo com a entonação. Toda a lapidação ainda é pouco para alcançarmos o verdadeiro caminho, mas todos têm o direito e a liberdade de opinar e opinar forte. O importante é não faltar com o respeito, porque a falta de respeito é a pior pedra que colocamos em nosso caminho. Fica tudo fechado e ninguém chega a lugar algum sem o devido respeito.

Estude mais, leia mais; conheça o livro Universo em Desencanto como se deve fazer, como o próprio livro recomenda, para não ficar emitindo opiniões às avessas, opiniões paralelas baseadas no que conheciam e que nunca resolveu nada de positivo na vida de ninguém, serviu apenas para lapidar os rudes e os atrasados.

Cultura Racional é a revelação que toda a Humanidade estava esperando; já chegou! Por isso afirmamos, acabou a esperança! 
Esperar mais o quê?

Tenham todos um ótimo estudo.
Salve!!

Colaboração: Carlos Barros



ESTE BLOG REPRESENTA A UNIÃO CONSOLIDADA DE PESSOAS
QUE SE IMPORTAM, DIA E NOITE E, NOITE E DIA COM
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"NATURAL É TUDO AQUILO QUE PODE SER, 
SEM PREJUÍZO DE NINGUÉM.”

*O CONHECIMENTO DE CULTURA RACIONAL 
PRECISA ESTAR NAS ESCOLAS*

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FALA O RACIONAL SUPERIOR.


E assim esse mundo cheio de lamentáveis memórias do passado; desde que o mundo existe, sempre volta e meia convulsionado pelos que não sabem viver no mundo.

O bom sempre perturbado pelos maus, pelos loucos, pelos desequilibrados, porque cada louco com sua mania e manias de todas as espécies e de todas as maneiras.

Loucos com aparência de bons, que parecem estar gozando de um perfeito estado mental.

Somente na aparência.

E, assim, o mundo cheio desses subseqüentes, que somente parecem gente, mas são piores do que o diabo em figura de gente.

E, assim, o mundo está cheio de doentes mentais com aparência de bons.

Males esses tradicionais de famílias.

Há mais doentes que sadios, porque há males hereditários. Pessoas que em si contêm grandes cargas magnéticas. E essas cargas magnéticas são a causa dos distúrbios da mente.

Pessoas que se apresentam como santos, como santas e que são verdadeiros demônios em figura de gente.

São os tais instrumentos das serpentes, que é a flor do magnetismo.

Serpentes de ambos os sexos.

A serpente macho e a serpente fêmea.

Tudo isso, movimentação magnética. E, daí, surgiu a conturbação da vida perturbada de muitos, que já não acham mais graça em nada. Já perderam a graça de tudo, estão curtidos pelo magnetismo, estão curtidos pelo mal que trazem em si; então, tanto faz, como tanto fez. Estão por tudo, o que der e vier.

Então se expõe a tudo; nessa altura não regulam mais e aparentemente parece que regulam.

E é isso que se passa, na maioria, no mundo inteiro.

E devido a tudo isso, os crimes não cessam, os distúrbios e os malfeitores sempre em ação.

O magnético em super ação sempre com os seus joguetes em ação.

E de formas que os mestres do encanto nunca puderam desencantar o mundo, nem desencantar a si mesmo, porque idéias e ideais são formas geradas da mente de quem não tem conhecimento do porquê de sua existência neste mundo (ignorado por seus habitantes).

De forma que os mestres do encanto sempre conservaram o encanto e, conservando o encanto, conservando as ruínas de si mesmo e de todos, por tudo se degenerar, poluir e ir de pior para pior, transformando-se nas classes inferiores.

E os mestres do encanto sendo destruídos, por conservarem o encanto como se fosse uma coisa verdadeira.

E, dessa forma, os mestres do encanto: com a multiplicação da poluição, com a multiplicação da degeneração! Tudo que se degenera enfraquece, diminui e desaparece.

Dessa forma, os mestres do encanto iam todos parar em classes inferiores que, por meio da degeneração e a multiplicação da mesma, vinha a extinção dessa civilização, porque os mestres do encanto nunca tiveram condições de saber o porquê assim são, o porquê o mundo assim é e de onde vieram e para onde vão.

Os mestres do encanto mantendo o seu próprio extermínio e o extermínio de todos e indo todos parar em classes inferiores e desastrosas, por perderem a noção de tudo, do espaço e do tempo, que o irracional não tem noção desenvolvida – é limitada.

E de formas que idéias e ideais nunca trouxeram a solução verídica desse encanto. E, por isso, todos os mistérios eram conservados insolúveis.

O mistério da vida, o mistério do mundo, o mistério do porquê desse mundo, o mistério da verdadeira gênese desse universo.

Enfim, os mestres do encanto iam todos de mal a pior, regredindo sempre, por circunstâncias naturais da natureza de transformações e degenerações e poluição.

Vindo, dessa forma, o extermínio dessa civilização, mantido pelos mestres do encanto. Os mestres do elétrico e magnético. Os mestres do alfabeto artificial, os mestres conservadores do encanto, os mestres conservadores das suas próprias ruínas.

E, assim, a vida de todos transformada sempre e imbuída em grandes mistérios pelos mestres do encanto.

Os mestres que parecia que tudo sabiam e não sabiam resolver o encanto, por serem encantados, enigmáticos e misteriosos.

E, assim, mantendo esta vida de amarguras, de agoniados, agonizando sempre, por serem encantados.

O encantado é aquele que não sabe o porquê de sua existência; é aquele que não sabe o porquê da existência do mundo em que vive.

O encantado é aquele que não sabe de onde veio nem para onde vai.

O encantado é aquele que vive, mas não sabe dizer porque vive.

Tem vida, mas não sabe o porquê da vida.

Não sabe a causa que deu origem a este mundo………

O encantado é aquele que vive em um mundo e não sabe o porquê dele.

O encantado é aquele que vive de experiência a vida inteira, para ver se acerta aparentemente, ou não.

O encantado é aquele que não sabe o porquê ele assim é e todos assim são: diferentes uns dos outros em tudo.

O encantado é aquele que não sabe dizer o porquê é um ser de matéria.

O encantado é aquele que desconhece a origem da matéria.

O encantado é aquele que vê tudo que existe e não sabe dizer o porquê existe.

O encantado é aquele que está na categoria de sofredor e não sabe porque.

O encantado é aquele que está na categoria de animal, não sabe a causa nem o porquê.

O encantado é aquele que é de origem Racional e desconhece, por completo, onde é a sua origem.

O encantado é aquele que não sabe dizer a causa de tudo que existe.

O encantado é aquele que desconhece a causa de todos os feitos.

O encantado é aquele que desconhece o antes de ser deste mundo e de seus feitos.

O encantado é aquele que vive como bicho, dependendo de tudo aprender para saber.

O encantado é aquele que conserva as suas ruínas e as de todos e não tem condições de solucioná-las.

O encantado é aquele que vive porque tem vida, mas não
sabe o porquê tem vida.

O encantado é aquele que pensa que sabe muito, que sonha que sabe muito e no ver de tudo isso que aí está, então, sente que nada sabe.

Pensava que sabia demais e nada sabia.

Porque o saber do encanto é artificial.

O saber do encantado é artificial...

E artificial é articular uma forma para viver, sem saber porque vive.

O encantado é aquele que quando nasceu nesse mundo já encontrou tudo feito e, por isso, não sabe o porquê da existência desse mundo e, muito menos, o porquê de sua existência.

O encantado é aquele que quanto mais procura saber, menos sabe; porque se iludiu com as aparências do artifício, se traiu com as aparências do artifício.

O encantado é aquele que não tem noção, de espécie alguma, do mundo em que vive e porque vive.

O encantado é aquele que vive em um mundo, sem saber porque vive em um mundo desconhecido de si mesmo.

O encantado é aquele que se faz de mestre por vaidades absurdas e julga ser aquilo que não é.

O encantado é aquele que vive de sonhos, de ilusões, de aparências e fantasias.

O encantado é aquele que se fantasiou com o alfabeto artificial.

E, por isso, todos sofrem em decorrência de tudo que o encantado criou, idealizou, inventou, formou, para a destruição de si mesmo!

Encantado é aquele que por si mesmo se destrói e se acaba sem saber porque.

E, assim, os mestres do encanto hoje todos alarmados e apavorados com o desenrolar dos acontecimentos dos encantados.

Os mestres do encanto, desfavorecidos da natureza, por não conhecerem o que é a natureza.

Por não conhecerem a dona de sua vida e dona de tudo e de todos.

O encantado é aquele que se julga ser dono do mundo.

O encantado é aquele que sai fora das regras normais e naturais da natureza.

O encantado é aquele que desconhece o que é de verdade sobre a existência de tudo.

E, assim, os mestres do encanto, os célebres mestres do encanto, conservadores do encanto, por serem encantados por esse encanto.

Hoje, alarmados, emocionados e impressionados com o verdadeiro desencanto que aí está, o desencanto desse encanto: CULTURA RACIONAL, UNIVERSO EM DESENCANTO.

O desencanto desse encanto está no UNIVERSO EM DESENCANTO.

Colaboração: Carlos Barros




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